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Diney Marques
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Como em um fecundar de vida Apresentas bela e faceira, Materializando os meus conceitos, A um toque de feiticeira. Languidamente em meus braços Extenuada esmoreces, És toda minha, São os ecos de minhas preces. Mendiguei-a à todos os cantos, Em meus…
dezembro 1
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Ontem deletei-me do presente, e retornei ao meu passado, navegando em um velho álbum desbotado. Abro as páginas velha e amareladas que o tempo tratou de descolorir, descoloriu também nossas vidas já um pouco arranhadas, de quem já sorriu,e também fe…
abril 19
Diney Marques adicionou 3 postagens ao blog
abril 18
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Cônscio de minhas vontades, Naveguei nos mares das verdades, Aportando de minhas amarguras, Ao ancorar de minhas torturas. A Nau que navega nas calmarias, E nas ondas de minhas revoltas É a mesma que rasga os ventos, Trazendo-me novo alento. Chega a…
abril 15
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abril 11
Diney Marques é agora um membro de Beco dos Poetas & Escritores
abril 10

Informações do Perfil

ENCONTROS E SENCONTROS

Eu andante sem rumo, Vagando ao leu,
Nas procuras profundas,
Encontrar meus perdidos,
Àqueles que me abunda.
Estigmas no inconsciente,
Profundamente marcadas,
Figura em meu ego,
Facetando a alma,
pregadas a prego.
Foiçada no âmago,
Agora vem a foliação
Rasgando as entranhas,
Em uma nova floração,
Honogêneo ao que era dantes.
Agora tudo se completa,
Torna-se uno,
Xipofágos,
Almas unidas,
Sem equívocos.









Blog de Diney Marques

Diney Marques

ÉS MINHA


Como em um fecundar de vida Apresentas bela e faceira,
Materializando os meus conceitos,
A um toque de feiticeira.
Languidamente em meus braços
Extenuada esmoreces,
És toda minha,
São os ecos de minhas preces.
Mendiguei-a à todos os cantos,
Em meus versos a cantei,
Resultante de meus prantos,
Enfim,te encontrei… Continuar

Postado em 1 dezembro 2009 às 8:26 ‚Äî

Diney Marques

ENCONTROS E DESENCONTROS


Eu,andante sem rumo,
Vagando ao leu,
Nas procuras profundas,
Encontrar meus perdidos,
Àqueles que me abunda.
Estigmas do inconsciente,
Profundamente marcadas,
Figura em meu ego,
Facetando a alma,
Pregadas a prego.
Foiçada no âmago,
Agora,vem a foliação,
Rasgando as entranhas,
Em… Continuar

Postado em 15 julho 2009 às 15:47 ‚Äî

Diney Marques

MEU VELHO ALBUM


Ontem deletei-me do presente, e retornei ao meu passado,
navegando em um velho álbum desbotado.
Abro as páginas velha e amareladas
que o tempo tratou de descolorir,
descoloriu também nossas vidas já um pouco arranhadas,
de quem já sorriu,e também fez sorrir.
Me vejo aos três anos,
Calça curta ate as canelas,
Nã… Continuar

Postado em 19 abril 2009 às 12:00 ‚Äî

Diney Marques

UM RAIAR NO ALVORECER

O que nos da sentido a vida,é o despertar
de uma luz nas nascente do raiar de nosso alvorecer.
É a planta que nasce,floresce,frutifica como o interior
da nossa alma.
É o rio que segue o curso de seu leito,a nos mostrar
a perfeição de seu traçado,a reflectir nos traçados de
nossas vidas.
É a folha que cai ao sabor da brisa ampara pela relva
com suavidade,como somos acolhidos dos tombos
dos galhos que são quebrados dentro de nós.
É o Ipê a florir em cores hilariantes,em meio ao cerrado
seco,no que… Continuar

Postado em 18 abril 2009 às 10:57 ‚Äî

Diney Marques

QUANDO

Quando o sol sobre a terra der sua volta,
Sei que trará em meio a seu brilho,
A musa maior de meus estribilho,
Que canto em versos e prosa,
Coisas que são semente nossas.
Quando a lua for embora,
Levara as minhas saudades,
De quantas vezes no outrora,
Compactuamos amenidades,
Realizando sonhos e desejos,
Entre risos e gracejos.
Quando a brisa a tocar com suavidade,
São meus beijos,
Os meus desejos,
Em tê-la em meus braços,
Como presentes atados em laços.
Quando o orvalho molhar os seus pés,
São… Continuar

Postado em 18 abril 2009 às 10:35 ‚Äî

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Às 21:06 em 8 maio 2009, Naidaterra disse...
Parabéns Diney, muito bom ler você...
Beijos
Naida
Às 10:54 em 16 abril 2009, MARIA KÁTIA SALDANHA disse...
Diney, não sou nada disso. Eu que tenho que agradecer seu cavalheirismo. Um grande e fraternal abraço de quem admirou por demais seus poemas. Minha nau anda sem rumo, mais um dia pego o prumo. Até breve
Às 19:01 em 13 abril 2009, MARIA KÁTIA SALDANHA disse...

AS LINHAS



As linhas duras da minha faina,
Das agruras passadas, é o eito que me sobra.
Nódoas resistentes,
Adornam os vincos do meu rosto.
Dermarcados pelos sonhos exautos,
Uns outros, são repuxos do desgosto.
As rugas que minha face imvade,
Foram fincadas e erguidas por outras vidas.
Em cada trajeto uma glorificante,outras tantas de desilução
Meus sulcos,eram de antiga terra fértil, hoje barrento chão.
Tez talhada da desunião,
Não, pela vida vivida, sim, por reproduzir um outeiro vazio
Não, pelas idas e voltas, mas, por não existir mais portas.
Meus brancos cabelos, paradoxo de mim,
alvejados pelas saudades,
Dos membros em eterno do meu clã,
Construidos no balançar de colo,
Com uma única união de um só solo.
Minhas mãos, esteve mais dominante, não em levante.
Meus olhos tremulam sim, mas, de lágrimas noturnas
Embaralhadas ao olhar pra traz e notar que fiz quase nada.
A minha razão, já há dúvidas de sanidade,
Que clama em chamas por prólogo veridico
Mas meu coração não perde o ritmo,
Para os que em algum caminho desencontrei,
Peço, não percam os vagões que ensinar procurei.
Não vos deixo nada de heranças
Só uma penca de esperança pelos que trabalhei.
Não se dividam por pequenas desavenças,
O que deixo é somente o nome honrado

Dos que dignamente me deixaram



Maria Kátia Saldanha
 
 


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