Beco dos Poetas & Escritores

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Nathan de Castro
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Caixa de Recados (24 comentários)

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Às 20:35 em 6 agosto 2009, Doroty Dimolitsas disse...
BOA NOITE MEU AMIGO DEMORO TANTO A VISITAR MEUS AMIGOS MAS SEMPE VOLTAREI UM ABRAÇO DORA

O Trem mágico

O trem parte, lotado de crianças
A viagem é histórica,
Visitar a terra do pica-pau amarelo,

No trem, alegria, e muito barulho,
A capacidade de imaginar, rola solta,
Crianças discutindo ,falando,construindo.

Dando asas a sua imaginação
Lá fora o trem vai deixando uma triste realidade,
Agora lembrada e discutida por todos os viajantes,
Se na terra do pica-pau amarelo tem Emilia,

Então vamos todos usar, pó de perim-pim-pim
E reconstruir tudo novamente
Fazendo tudo direto do coração
Dora Dimolitsas
Às 13:39 em 5 agosto 2009, MELL GLITTER disse...
Oi amigos

Quero convidá-los para o evento que estarei realizando no dia 08/08/2009, sábado, das 18:00 às 22:00 hs, no Chopp & Cia, localizado a Rua Guatapará,191 /São Paulo- Próximo a Estação Conceição do Metrô.

Trata-se de um evento poético musical, onde o músico ANAND RAO , vindo de Brasilia, estará musicando em tempo real os poemas ds poetas que lá estiverem.

ANAND RAO é um músico de dom único: ele musica qualquer poema, tema, ocasião ou circunstância local, de imediato.

Faz isso com uma facilidade impresionante e lindamente, com sua voz entonada e seu estilo MPBJazz.

Além de estar musicando os poemas, ee estará no mesmo momento gravando e após o evento, enviando por email em formato mp3.

Leve 1(um) poema impresso em letras grandes, com no máximo 16 estrofes , com nome do autor e email.

A entrada é somente R$ 10,00 (Dez Reais) .

Não deixe de participar deste evento que é pioneiro na cidade de São Paulo e tenha o sonho de ver um poema seu musicado, virar realidade.

Maiores informações: (11) 8999-6460 c/ Mell Glitter

Portal do Anand Rao:
http://www.anandraobr.com/index.asp

Te espero!

Mell Glitter
Às 3:36 em 13 abril 2009, Rô Lopes disse...
Bom dia poeta.
Passando para lhe desejar uma linda semana

Beijos perfumados na alma
Às 10:26 em 14 março 2009, Eliza Augusta Gouveia Gregio disse...
Nathan a quanto tempo, estou com saudades Um abraço Eliza Gregio

RETRATO DE ELIZA

Vôo entre pensamentos e pinceladas deslizando na tela
todos os detalhes daquele rosto conhecido
em minha memória mais longínqua,
aquele rosto que mais queria falar
e meu olhar a contemplar.

cabelos como verdadeiros trigais
olhos castanhos trazendo profundidade.
Como quisera mostrar teus segredos,
parecendo quase que real.

Pensamentos ligeiramente voam,
vou meio que perdida a procura de um rosto,
sempre buscando cores em sua aquarela
quase que multicoloridas.

Depois de pronto, fico a olhar
Como se entre aquela moldura,
Aquele rosto de pura beleza
pudesse falar.

Aquela boca ficou entre um sorriso,
um sorriso misterioso.
Rosto de mulher, um ar de menina,
rosto a me encantar,
eu sabia onde buscara meus delírios.

Busquei recordação do passado,
para colorir meu presente.


Eliza Gregio
Às 23:59 em 22 fevereiro 2009, Sidnei Piedade disse...
www.sidneipiedade.prosaeverso.netOlá se possivel, gostaria de ser seu amigo.
Às 13:06 em 18 fevereiro 2009, antonio carlos de paula disse...
publique seus textos na
REDE DE ESCRITORES INDEPENDENTES.NING.COM
WWW.VITRINEDOLIVROINDEPENDENTE.COM

ENTRE O CAOS E O CAIS !

entre o caos e o cais,
vai o eco dos meus ais,
buscando um porto seguro,
nas ondas, a saudade vaga,
despreocupada divaga,
e os meus sentidos, apuro,
e capto os sentimentos,
camuflados nos momentos
de sonhos que já vivi,
e leve e solto, ao vento,
flutua meu pensamento,
e o meu coração sorri !

nem tanto o quanto quero,
é um sorriso amarelo,
levemente desbotado,
meio sem graça e torto,
noite, mar, estrelas, lua,
e minha alma procura,
ancorar no cais do porto!

tesão, carinhos, ternura,
daquele olhar, a candura,
que hoje, só me tortura,
o tempo não volta atrás,
e triste, ao léu e a esmo,
eu me perco de mim mesmo,
entre o caos e o cais !

antonio carlos de paula
poeta e compositor

www.vitrinedolivroindependente.com
REDE DE ESCRITORES INDEPENDENTES
Às 17:12 em 17 fevereiro 2009, MARIA JOSE SOARES disse...

Às 17:11 em 17 fevereiro 2009, MARIA JOSE SOARES disse...
Vim te trazer uma flor!
Às 16:31 em 15 fevereiro 2009, antonio carlos de paula disse...
UM SONETO !

quero o explendor de um alvorecer
feito um farol em uma noite escura
tal o vagalume, que quisera ser
o brilho prata de um raio de lua

quero no auge dos meus sentimentos
meu sonho pássaro voando bem alto
asas de cera dos vãos pensamentos
com a aderência dos pneus no asfalto

se à todos cabe uma certa demência
que me perdoem então os puristas
se tanto erro, buscando o acerto

se ao pecador não cabe mais clemência
por ter ultrapassado os erros da lista
ao fim de tudo,restou um soneto !

antoniocarlos de paula
poeta e compositor
SOLICITA SEU PEDIDO DE AMIZADE
E TE CONVIDA A CONHECER
www.vitrinedolivroindependente.com
www.antoniocarlosdepaula.com
Às 23:49 em 26 dezembro 2008, Rô Lopes disse...
Boa noite poeta, como foi o natal?
Saudades de voce...
Tanto tempo sem nos falarmos.

Beijos ternos

Meu Dragão

© Nathan de Castro

Para relembrar paixões, abro a janela, o vento traz torrões de terra e o pó da estrada aos luares, onde danço na corda bamba a solidão de um nó.
Algures desatadas, as minhas letras fincam marcas de poeira, e só nos sonhos e visões encontro o verso amigo, para espantar o meu algoz.
De vítima eu me transformo em pincel-carrasco, e um rio de poesia atroz abala os meus pilares com canções de entulhos, que desaguam em sua foz.
O meu dragão acorda e grita: — A solidão é poluente de escrever poemas, nada mais.

Para esquecer paixões, abro a janela, apago a luz e a Estrela se desfaz em rimas de quimeras e explosões de luas, que presumem vida e paz.
Algures assustadas, as minhas letras sangram versos na ilusão que traz assoreadas veias, margens de afluente, areia, terra, céu e mar.
Na loucura eu me disfarço em pincel-palhaço e o meu disfarce é o verbo amar, que invade os picadeiros com canções de lagos que refletem o luar.
O meu dragão, calado, chora a solidão desses luares de escrever poemas, nada mais.

Por certo, a solidão tem cor, e o dia aceita o brilho dos olhos do sol nas folhas orvalhadas por lembranças de verdes cantigas de arrebol.
Algures disfarçada, a poesia encanta-se na voz de um rouxinol: meu pássaro-dragão sem asas de palavras... Minhas crenças pelo chão.
De pronto, abro a janela, a voz que escuto não é a dela e a vasta escuridão vem seduzir meus sonhos com canções de madrugadas cheias de paixão.
O meu dragão acende a luz da Estrela: labaredas de
escrever poemas, nada mais.

Somente as tempestades podem me fazer feliz nos veios das canções, e pelas cachoeiras de poesia disfarço a dor e abraço as emoções.
Algures resolutas, as minhas letras abrem valas de enterrar paixões, mas na terra o dragão navega na enxurrada com seu barco de papel.
No barco, o meu poema vai buscar morada, e da escotilha eu vejo o céu a preparar palavras com canções de maré cheia de esperança e fel.
O meu dragão, faminto, balanceia a minha fé na areia de escrever poemas, nada mais.

Nos palcos do soneto encontro a tempestade, e a minha veia teatral desfila com saudade de voar nas telas brancas sem paixão e sal.
Algures satisfeitas, as minhas letras-ostras fecham pérolas do mal, e no mar o meu dragão festeja as labaredas e disfarça a tal saudade.
Na solidão do cais, um barco de papel surfa na onda que me invade, como se fosse ele o dono das estrelas de atracar felicidade.
O meu dragão navega e aporta caravelas-solidão de
escrever poemas, nada mais.

Blog de Nathan de Castro

Nathan de Castro

Poema de Verão

© Nathan de Castro

Tem uma lua de foice no olhar da madrugada.
Calo-me ouvindo o silêncio deste instante de
mágica aquarela.
As palavras não conseguem definir o encanto
de um luar banhado pelas nuvens da saudade.
Os poemas de verão têm essa coisa de magia:
uma noite é tempestade, outra é solidão.
Faz calor, muito calor. Amanhã, por certo, é
dia de tempestade.
Hoje, bebo das cores da poesia.
Amanhã, bebo dos sabores do temporal.
E, assim, o verso caminha atrapalhado e solto,
so
Continuar

Postado em 4 janeiro 2009 às 18:30 ‚Äî

Nathan de Castro

Sossegue, Coração!

© Nathan de Castro

Sossegue, coração!... Deixe a poesia
brincar nas coronárias machucadas
e não se entregue à eterna melodia
dessas tolas paixões desesperadas.

Sossegue, coração!... Não suba escadas
saltando por degraus... A arritmia
é o fruto dessas pressas inventadas,
para cumprir momentos de euforia.

Sossegue, coração!... O olhar da Estrela,
distante, nem percebe o descompasso
e segue iluminando outros espaços...

Sossegue, coração, quero revê-la!
Não mude os sons e o ritmo dos p
Continuar

Postado em 19 dezembro 2008 às 10:25 ‚Äî

Nathan de Castro

Safra




SAFRA

© Nathan de Castro

Soluça o corpo magro, sente o frio,
e o prato de promessas não sustenta.
O peito analfabeto está vazio,
quer prato da farinha que alimenta
o filho.

A lágrima da fome apaga a vida
nos olhos da criança desnutrida
e a página da fome apaga o brilho… Continuar

Postado em 26 novembro 2008 às 21:04 ‚Äî

Nathan de Castro

Bicho Tonto

© Nathan de Castro

O canto das cigarras orienta:
é tempo de escutar a primavera
e absorver o perfume que libera
o som, que nestas tardes me sustenta.

Também os meus amigos, loucos tontos,
besouros, aleluias e outros bichos,
voltaram a testar velhos caprichos:
zombar da paciência dos meus pontos.

Loucura? Quem diria, a noite é céptica!
Fecho a janela e apago a luz do quarto,
e estes insetos vestem meu retrato

de bicho tonto, torto e sem estética,
que tromba nas paredes desta vida,
e
Continuar

Postado em 26 novembro 2008 às 11:53 ‚Äî

Nathan de Castro

O Quinto Elemento




© Nathan de Castro

A poesia não precisa das mãos do poeta,

somente do olhar.

A poesia precisa dos braços da natureza

e dos pincéis beijando a saliva do pintor.

A poesia tem coisa de coisas estranhas:

pigmentos de luas, caminhos, sombras

e boninas nos
Continuar

Postado em 25 novembro 2008 às 18:42 ‚Äî 1 Comentário

 
 

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RETIDÃO

Exprimir no desejo
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refaz em candor
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