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FRANCISCO BUARQUE DE HOLLANDA É O POETA MAIOR DA MÚSICA POPULAR (CLÁSSICA) BRASILEIRA. SALVE CHICO! ainda não recebeu nenhum presente
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AMO-TE Ó... MULHER!(Declaração de amor)
Amo-te ó mulher, tão meiga e falaz...
Ora mar em alvoroço, ora calmo lago,
Pleno de amor e paz!
Amo-te! Olhas para o meu verso de gratidão,
Com carícias de amor, através do meu coração!
Ó terra fértil, quente e boa...
Amo o teu olhar que acolhe a vida,
Ave que suavemente voa...
Pelo espaço do céu imenso, mas infinito!
Ó mulher, minha flor colorida...
Meus sonhos contigo não são finitos...
Dá ao teu amor sempre ávido o teu ouro,
Tudo o que possuis, ó mulher, de precioso e caro,
É teu nobre tesouro...
Mas feliz tu quando assim se deleita
Porque conheces, eu sei que o amor é teu amparo...
Tua alegria, paz, perfeita...
Dou-me aos teus amáveis sonhos...
As tuas belas ilusões, de amor e de ventura...
Dos amáveis instantes risonhos...
O doce fruto que ofereces nem a todos alcanças...
Somente o amante te convence... e em ti perdura,
Sequer gostas de promessas, nem quer esperanças...
Há desejos que compõem sinfonias...
Torna plena a inspiração do poeta sorrindo,
Que em tudo te admiras...
De este o sorrir, ao teu desabrochar em flor,
É sempre encanto, ó mulher, se abrindo...
Sempre iluminada pelo amor...
Com sensualidade guardas a tua nudez...
A musa que era o encanto do poeta outrora,
Brilhas com perfeita lucidez...
Brotam no rosto, desejos e sorriso...
A mão que acaricia é a mesma que te apavora...
Ó mulher como estas distante, ainda do meu paraíso!
Mas amo-te... porque tua imagem faz-me viajar,
Mulher deliciosa, tu vives para aquecer, qual o sol,
Dás amor para sempre amar...,
Nutri-me da seiva e me dá acalento!
Dão vida a minha vida, sonhos no lençol,
Alimentas meu parco sentimento...
À noite, meu amor por ti clama com humildade...
Pensando em ti, assim, passo os dias no tormento,
Em busca do teu precioso sol...
Perdoa ó mulher tanta saudade...
Porque tenho sonho com tão belo momento!
Pequena é a vida ante a este amor cheio de imortalidade...
Amo-te ó mulher, tão meiga e falaz...
Ora mar em alvoroço, ora calmo lago,
Pleno de amor e paz!
Amo-te! Olha o meu verso de gratidão,
Com carícias de amor, através do meu coração!
Ronaldo Balbacch
São Paulo-SP, 26 de abril de 2009
(Séries poesias "Declaração de amor")
(SÉRIES PENSAMENTOS)
AO MEU AMOR!
Quero o teu olhar
Teu belo sorriso
Teus lábios beijar
Porque levam ao paraíso.
Quero tocar tua beleza
Sentir o teu calor
No teu ar de princesa
Bela deusa do amor...
Quero a paixão
Mais avassaladora
Que suporte o coração
Porque teu amor implora.
Ó encanto do dias meus,
Mulher dos sonhos dourados,
Há prazer e desejos nos seios teus
Fada que faz os dias encantados.
Quero percorrer tuas curvas, belas
Viajar no teu corpo sedutor
Para chegar às estrelas...
Na hora que contigo fizer amor.
No mais sublime ato de amar
Quero, prazer, gozos, o tesão,
Para o meu amor te entregar
Do mais intimo do meu coração.
Ronaldo Balbacch
São Paulo, SP, 25 de abril de 2009.

A PÁSCOAHá uma coroa de espinhos
Há lagrimas que se misturam ao sangue
Há uma dor profunda
Há chagas que sangram...
Há um céu escuro, só para castigar.
Há trevas e sofrimento neste dia...
Há um ser pregado na cruz!
Há o cheiro da morte no ar.
Há uma ressurreição
Há uma nova vida
Há um ser que brilha no alto!
Há a vitória sobre a morte
Há a vitória sobre a dor
Há um céu azulado, lindo.
Há um céu estrelado
Há o recomeço da vida
Há novas esperanças
Há um novo mundo para se construir
Há uma nova vida que conspira pela paz e o amor!
Ronaldo Balbacch
São Paulo, 12 de abril de 2009.
(séries mensagens de Páscoa)

<“AMIGAS(OS)
Que a Páscoa seja a renovação
de suas vidas para sempre
acreditar que o amor
é a força maior”.
Feliz Páscoa!
Muita luz, paz e amor.
Sinceros votos do amigo
Ronaldo Balbacch.
São Paulo, 12 de abril de 2009
(séries mensagens amizade)
Minhas noites aquecidas
por um amor tão bom,
noites de flores se exalando.
Durmo não querendo acordar
em meus dias que são tristes.
Meus movimentos, sempre iguais,
Sinto-me só nas rotinas de todos os dias.
Aqueço-me ao sol, fico horas a admira-lo,
pois tenho todo tempo. Os dias são longos,
Parecem nunca anoitecer.
Sinto-me como pássaros aprisionados.
Sinto medo, já não sei cantar.
Fico com as palavras explícitas em meu olhar.
Voar (já não sei mais) para onde já
não existem lugares... Tarde demais!
A noite chega com o brilho da lua a me alegrar,
Para este amor volto a me entregar.
Amor, que me cobre de carícias, é o mesmo amor,
que durante o dia vive a me sufocar
e aos poucos minha alma a matar...
Eu tenho tanto amor a lhe dar...
Eliza gregio
ENCLAUSURADA
Sofro minha dor calada!
para ela não tem cura,
vivo enclausurada
entre paredes de concretos,
cheio de grades por todos os lados
com o mundo sem cor e triste.
Nesta selva de pedra onde estou,
gigantes de pedras concretizam
os meus dias. Sinto-me sufocada
com esta gente que corre para lá
e para cá. Não sabe o que quer.
Seu coração apedrejado está.
Aqui nada tem graça!
as frutas não têm sabor,
as flores perderam sua cor,
pessoas atropelando elas mesmas
e aqui vão ficando, sem saber
o que querem, neste mundo insano.
Por onde ando, a graça nunca está.
Meu caminho é solitário e sem vida.
Confinamento: um vazio sem fim!
Eliza gregio

LEMBRANÇAS DE UM AMORNão quero me sentir como as flores
Jogadas ao vento...
Não quero lembrar os amores
Porque trazem sofrimentos.
Quero amar ao sabor do mar
Navegar na pele nua...
No corpo naufragar
Imerso no desejo que insinua.
Leve e solto tal qual uma ave
Que flutua pelo ar.
À noite o amor se faz suave
Na cintilante luz do luar.
Lembranças da bela criatura!
Tortura para o coração.
Porque brotam desejos sem censura,
E no belo corpo o prazer e sedução.
Extasiado vivo a contemplar
A foto de tão belo monumento
Porém distante... vive... a vagar...
A relíquia que deixou amor e sentimento.
Não quero me sentir como as flores
Jogadas ao vento...
Não quero lembrar os amores
Porque trazem sofrimentos.
Ronaldo Balbacch
São Paulo, SP, Brasil, 01 de abril de 2009

LEMBRANÇAS DE AMORNão quero me sentir como as flores
Jogadas ao vento...
Não quero lembrar os amores
Porque trazem sofrimento.
Quero amar ao sabor do mar
Navegar na pele nua...
No corpo naufragar
Imerso no desejo que insinua.
Leve e solto tal qual uma ave
Que flutua pelo ar.
À noite o amor se faz suave
Na cintilante luz do luar.
Lembranças da bela criatura!
Tortura para o coração.
Porque trás desejos sem censura,
E no belo corpo, prazer e sedução.
Extasiado vivo a contemplar
A foto de tão belo monumento
Porém distante... vive... a vagar...
A relíquia que deixou amor e sentimento.
Não quero me sentir como as flores
Jogadas ao vento...
Não quero lembrar os amores
Porque trazem sofrimento.
Ronaldo Balbacch
São Paulo, SP, Brasil, 01 de abril de 2009
Compartilhando nossas vidas, nossos sonhos, nossos medos, nossos erros.
Continua me assustando como você que um dia foi um estranho, tenha se transformado em um de meus mais
querido e estimado amigo.
Você é tão importante para mim como qualquer de meus amigos pessoais, minha família ou vizinhos.
Você me faz sorrir, quando compartilha suas brincadeiras.
Me faz rir quando conta suas histórias.
Me faz sentir sozinh@ quando se vai.
Você esta em meus pensamentos cada dia.
Para você...meu melhor amig@ da web!
Te Adoro!!!
Fique aqui onde eu possa te ver, te falar, compartilhar com você, suas brincadeiras, seu sorriso, seus
sentimentos...
Obrigado por ser meu amig@ de Internet!!
Minha realidade sem medo
Na vida com ela sempre me esbarro
Em saber que a pessoa que diz me amar
É esta que me trai consigo mesmo.
A minha vida que para mim e desafio sempre
Invejável a muitos que me olham bem admirados
Os que não acredita que meu amor e sufocado.
Este amor egoista nunca se entrega
Sempre ganha como abjeto de barganha
Ou quem vença! E o melhor.
Diante disto não e amor
E se me ama! Não e assim que me ganha
Amar e uma conquista uma entrega e perseverança
E o me ganhar sem se sentir vitorioso.
E se entregar só para sentir meu gosto.
Eliza Gregio
REDE DE ESCRITORES INDEPENDENTES.NING.COM
WWW.VITRINEDOLIVROINDEPENDENTE.COM
ENTRE O CAOS E O CAIS !
entre o caos e o cais,
vai o eco dos meus ais,
buscando um porto seguro,
nas ondas, a saudade vaga,
despreocupada divaga,
e os meus sentidos, apuro,
e capto os sentimentos,
camuflados nos momentos
de sonhos que já vivi,
e leve e solto, ao vento,
flutua meu pensamento,
e o meu coração sorri !
nem tanto o quanto quero,
é um sorriso amarelo,
levemente desbotado,
meio sem graça e torto,
noite, mar, estrelas, lua,
e minha alma procura,
ancorar no cais do porto!
tesão, carinhos, ternura,
daquele olhar, a candura,
que hoje, só me tortura,
o tempo não volta atrás,
e triste, ao léu e a esmo,
eu me perco de mim mesmo,
entre o caos e o cais !
antonio carlos de paula
poeta e compositor
www.vitrinedolivroindependente.com
REDE DE ESCRITORES INDEPENDENTES
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