Movimento Literário

Beco dos Poetas & Escritores


Dependentes de melhor renda distribuída, 30% da população abaixo da linha de pobreza, dependentes da Educação que incide a precariedade mais que perversa aos mais pobres, dependentes de saúde que não consegue atender com qualidade e dignidade uma grande parte da população, que muitas vezes não tem condições sequer de marcar uma consulta ou quando consegue em muitos casos demora meses para sua efetivação, mas dependentes... Da cega justiça extremamente morosa e de difícil acesso para os mais pobres, aplicando penas aos ladrões de galinha e absolvendo os saqueadores do erário publico, com defensorias públicas ainda bastante insuficientes e com inúmeros privilégios para quem tem dinheiro...

Benjor cantou:
“Moro num país tropical, abençoado por Deus
E bonito por natureza, mas que beleza
Em fevereiro (em fevereiro)
Tem carnaval (tem carnaval)...


Rolf Haak já dizia: Venham para o Rio de Janeiro no CARNAVAL, não tem violência, todos estão solidários nos barracões das escolas de samba. “Povo patriota" durante a Copa do Mundo! Mata e morrem nos estádios de futebol. Conta a fábula, que na criação do mundo quando os anjos interpelaram o criador por tanta beleza e fartura colocada no Brasil, o Pai falou: Calma: vocês irão ver o Povo que o habitará... O Brasil se tornou Independente e o povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da "INDEPENDÊNCIA !" A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi à camada que mais se beneficiou. E continua se beneficiando, basta rever os sobrenomes que ocupam os quadros do Senado Federal, Congresso Nacional, Governo nas Capitais... Os grandes latifundiários decidindo os destinos da nação, não mudaram nada! “Temo no próximo ano, dia Sete de Setembro dia da Independência do Brasil ,não nas margens do Ipiranga, mais daqui do Rio Grande do Norte cotovelo do Brasil, na linha do equador ter que voltar a gritar, não como D. Pedro I, Independência ou morte, pois o meu povo, já morre de fome e de sede, e sim como brasileira” Acorda Brasil!


Independência, de que????


P essoal, não é lorota o que escrevo!
A atividade política que presumo
T ece o vilipêndio no aparentar coeso;
R azão intrínseca no ser humano:
I ludir as partes, na premissa que vejo
A queles que nos humilha até no sono...

A A natureza disfarçada de muitos
M olda os formatos da realidade,
A fetando a memória dos ilusos
D imanando a burrocracia é verdade;
A narquistas, a conduzir os exclusos!

B rava gente, prenhe de mistérios
R eaja a desigualdade que nos assola
A rquitetemos o extermínio dos deletérios
S urrupiadores, que ao Povo doa esmola;
I mpunes das leis, que em seus ministérios
L aminam a espada de Dâmocles!

Deth Haak
“A Poetisa dos Ventos”
Sociedade dos Poetas Vivos e Afins-RN
Cônsul Poeta Del Mundo – RN
Embaixadora Universal da Paz


A espada de Dâmocles é uma alusão freqüentemente usada para remeter a este conto, representando a insegurança daqueles com grande poder (devido à possibilidade deste poder lhes ser tomado de repente) ou, mais genericamente, a qualquer sentimento de danação iminente. Qualquer semelhança é mera coincidência! "Acorde Povo Brasileiro"
Antes que a espada apontada em nossas cabeças, extermine esta nação desgovernada.

Autorizo Repassar salvaguarddando a autoria do mesmo.

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Julio Comentário de Julio em 28 setembro 2009 às 11:54
Belo soneto cara amiga, belo soneto!
Maria Julia Guerra Comentário de Maria Julia Guerra em 9 setembro 2009 às 15:58
Deth, excelente, infelizmente esse está o nosso país, tempos de mudanças, de denunciar, bjs e parabéns
Maria de Fatima Medeiros Silva Comentário de Maria de Fatima Medeiros Silva em 9 setembro 2009 às 0:18
PARABENS, DETH PELO ALERTA AO POVO MAIS CARNAVALESCO DO MUNDO, TUDO TERMINA EM FESTA, ATÉ OS ROUBOS PRATICADOS PELOS NOSSOS GOVERNANTES...
Sal Troccoli Comentário de Sal Troccoli em 8 setembro 2009 às 17:30
Bom dia irmãos do Brasil, a um princípio de independência teve um sentido para nós, as pessoas sempre explorado, mas com o tempo, ele retornou à sordidez dos operadores para as classes trabalhadoras, camponeses e, portanto, também à baixa burcocratas linhagem, mas o que acontece quando os governos nascidos das populações para as pessoas, verificar se as nações nossa irmã contra a mesma, a verdade que a vida é feita só para sofrer e os flagrantes e corromper a conviver com reis.

Meus pêsames a todos os irmãos no mundo,
Oly da Cosata Briones Comentário de Oly da Cosata Briones em 7 setembro 2009 às 14:12
Prezados confrades do "Beco" e, em especial, a confreira Deth Haak. Sou um escravo da minha cosnciência, principalmente filosófica e política. Por isso, muitas vezes, justamente por essa consciência, sou, inexoravelmente impulsionado, a explicitar minhas posições a respeito de temas importante, transcedentes, que me são postos e, aí, me exponho a ser confundido, ficando, muitas vezes, como agora, entre fogos cruzados; Não há dúvidas quanto a que, a rigor, os brasileiros, não podemos falar, ainda, em independência. A grande maioria,(não a totalidade, felizmente), dos nossos homens públicos, tanto no Legislativo, como no Executivo, como no Judicário, não correspondem aos seus deveres para com a Nação e com a Ética. No entanto, há muitas coisas que já se nos afiguram como passos na direção daquele ideal de todos nós. Há ainda muitos brasileiros em situação de miséria absoluta, sem assistência médica pública que atente para a dignidade humaa, sem educação pública de qualidade, sem adequada segurança pública etc. Contudo, por uma questão de Justiça, e da tal consciência, acima referida, é preciso compulsar os números que, não só os do Governo que, obviamente, seriam suspeitos mas, porque são confirmados por t o d a s as agências internacionais os confirmam e que, insuspeitos, os confirmam. Hoje, por exemplo, se o número de patrícios é ainda de 30 milhões, há pouco tem po, passava dos 50 milhões e estão em curso providências que resultarão na contínua redução desse número. O radicalismo e a generalização são anti-racionais e nós temos a obrigação de usar essa maravilhosa dádiva que é um privilégio dado por Deus aos Seres Humanos. O radical anula o racional! Corro o risco, bem sei, de parecer estar contestando a sua procedente indignção e de estar fazendo a apologia do Governo como um todo mas, garanto, não é isso é que apenas acho que a intransigência é daninha tanto a favor quanto contra. Congratulo-me com sua manifestação mas, com as restrições que me permeti apresentar aqui. Para concluir atítulo de colaboaçã, gostaria de completar a história da "Espada de Dâmocles": Esse Dâmocles era um cortezão de Dionísio, cognominado O antigo, tirano e déspota de Siracusa,(405/367 aC.), vivia esse cortesão a decantar, com um certo ár de inveja, a felicidade, o conforto e a soberania e poder de Dionísio e este, para mostrar-lhe que não era bem assim, um dia promoveu uma festa e mandou que aqueluele assumisse o seu lugar, ordenando aos seus auxiliares que tratassem o pobre Dâmocles como se fosse ele o dono da festa e assim foi feito, só que, Dionísio mandou afixar, sobre a cabeça do infeliz adulador, servil, uma pesada espada sustetada, apenas, por um fio da crina de um cavalo. Quando o Dâmocles, olhando para cima viu o risco que corria, sua vida por um fio, aprendeu a lição que o tirano quiz lhe dar, no sentido de que todo o fausto e poder que tanto o impressionava tinha lá o seu lado negro. E isse episódio ficou na História como símbolo de situações como essa que a Vida nos apresenta a cada passo. Receba respeitosos cumprimentos deste seu confrade. Oly da Costa Briones.
maria da luz oliveira Comentário de maria da luz oliveira em 7 setembro 2009 às 13:48
CONCORDO COM VC.
PRECISAMOS ACORDAR E ENCARAR A REALIDADE!
Jailson Marques (Jamaveira) Comentário de Jailson Marques (Jamaveira) em 7 setembro 2009 às 13:01
Alô querida poetiza, me faz feliz reencontrala, muito feliz suas palavras. Abraço. > Jamaveira


Bigodeadas

Nos versos que ora improviso
Dou de cara com grande risco
Mas, não importa me arrisco.
Na casa do congresso olho vivo
Por todo lado há perigo
Palavras ferem tal qual navalha
Canetada muda destinos
Em surdina elegem apadrinhados
Atos ferem, democracia sem cura.
Na contramão da razão palavrões
Todos na mesma panela
Enganam a nação.
A quem diga isso vai mudar
Outros cospem de indignação
A maioria de mãos atadas resguarda
Sabem serem enganados.
O sorriso cínico nos bigodes engravatados
Faz o humorismo deleitar-se
Tirar de foco tal gravidade.
Por traz de tanto desvarios
O poder sem passaporte
Estalam-se do sul ao norte.
Os barões bradam em bom som
Que se dane o povo
Mente curta logo esquecem
Uma casinha ali, uma feirinha aqui...
Pacote social eis à salvação.
Próximas eleições
Nas urnas devoção, tantas emoções.
Nesta terra de escravidão
Nunca foi diferente
Burguesia escarra hegemonia
A plebe em massa aplaude desgovernada.


Jamaveira
fabio alex t moraes Comentário de fabio alex t moraes em 7 setembro 2009 às 12:58
Governantes que escraxam a Educação, foi à escola ? passou de ano. Sabe escrever o nome? está formado! A parte pobre do país que subsiste por conta de políticos coronealistas, e que elege e reelege os párias da política, do dinheiro do contribuinte. Contribuintes que não contribuem, declaram os ganhos até a isenção para que não se pague o IR, escondem o que ganham e cobram as benesses. Isto e muito mais são a causa dessa distorção.
Edson Patrick Vasconcelos Pereir Comentário de Edson Patrick Vasconcelos Pereir em 7 setembro 2009 às 11:00
"Independência"

Independência aos negros
Que continuam sendo
Oprimidos pela sua cor
E condição social

Independência aos índios
Que continuam discriminados
E perseguidos pelos grandes
Proprietários de terras

Independência aos pobres
Que continuam cada dia mais
Dependentes desse sistema
Corrupto e anti-social

Independência ao país
Do faz de conta
Continuamos dependentes
Da falta de independência
maria elvira carvalho Comentário de maria elvira carvalho em 7 setembro 2009 às 10:44
Aqui em Portugal, reza-se pela mesma cartilha . Só que por aqui os políticos desculpam-se com "somos um país pequeno, pobre, sem riquezas de subsolo"



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